O piso original em parquet estava em péssimo estado. Com um trabalho artesanal foi possível recuperá-lo em sua totalidade, revelando uma “identidade” muito interessante: as peças usadas no piso, que identificaram-se como sendo de imbuia, não eram todas da mesma cor. Algumas tinham tom de ameixa e outras, de marfim. O que após o restauro salientou o estilo “marchetaria” da composição.
A paginação do piso, originalmente, em 80% do apartamento obedecia o desenho que conhecemos como “tabuleiro de damas, sendo que apenas em um dos ambientes, o parquet foi colocado na disposição espinha de peixe. Esse detalhe nos induz a pensar que a escolha pode ter sido um “ensaio” para o que seria usado, posteriormente, no piso da Biblioteca Pública, obra mais relevante do engenheiro Lineu Paulo da Costa.